domingo, 20 de outubro de 2013

Como surgiu a Creative Commons e exemplos de pessoas que o utilizam

No 1° post da série vimos o que são as licenças da Creative Commons e os seus tipos. Se você não viu o texto só clicar aqui.

Por Luana Freitas e Gleyce Souza

Como visto anteriormente, as licenças da “CCs” são uma alternativa para quem não acha viável ou mesmo adequado usar o “Copyright” e sua forma de “todos os direitos reservados”.

A história da Creative Commons começou em 2001, quando Lawrence Lessig criou as licenças com a intenção de estender um conjunto de bens culturais que possibilitasse a livre circulação e recriação de obras de forma legalizada. 
Essas licenças permitiram aumentar a quantidade de obras disponíveis e incentivou a criação de novas obras baseadas nas originais. Larry Lessig - como também é conhecido – na época era professor na Universidade de Stanford, hoje ele é professor de Direito da Harvard Law School e faz parte do Conselho de Diretores do Creative Commons, entre outras funções.
O Conselho também é composto por outros líderes de opinião, especialistas em educação, técnicos, juristas, investidores, empresários e filantropos.

Larry Lessig, fundador da Creative Commons
(Fonte: 
http://public-goods.com/Images/larry-lessig.jpg)
Muitas pessoas e instituições usam as licenças do CC, até pela facilitação de partilha de textos, músicas, vídeos e outros tipos de obras. Fiz uma pesquisa e selecionei dois blogues e uma cantora que utilizam as atribuições “CC BY-SA”, “CC BY-NC” e “CC BY-NC-SA” respectivamente, e vou listar aqui para vocês darem uma olhada.

O primeiro blog é o Midiatismo, é um grande site sobre comunicação digital, marketing, tecnologia, entre outros assuntos dessa natureza. Sua licença é a “CC BY-SA” que permite o compartilhamento, modificação e reprodução do conteúdo, até mesmo para fins comerciais, porém, com a devida identificação e as novas obras têm de seguir o mesmo parâmetro.

O segundo é o ALEH Blog, simples, é um blog bem pessoal com um toque leve de humor, fala sobre assuntos variados. Sua licença é a “CC BY-NC” que permite o compartilhamento, modificação e reprodução não comercial do conteúdo, tem que ter a devida identificação.

E por último a cantora australiana Yunyu, que particularmente não consegui descrever, mesmo a música sendo bacana. O vídeo abaixo é um dos clipes dela, vale a pena conhecer. Ela usa a licença “CC BY-NC-SA” que permite a criação em cima da música, remixagem e compartilhamento sem fins comerciais e com a devida identificação, também exige que as novas obras sigam os mesmos termos.


Como encontrar algo que está em poder do Creative Commons?
Esses conteúdos foram encontrados através desse link que é do próprio site da Creative Commons:
Selecione a sua opção “para fins comerciais” ou “modificar, adaptar, ou usar noutras obras”. Digite o que você busca e o site lhe dará inúmeras opções, porém nem todos são autorizados com a CC, então é bom verificar antes de qualquer modificação.


Os objetos se comunicam entre si, até parece um filme de ficção científica

Por Bianca Pasquim 




Você já imaginou seu despertador enviando uma mensagem para sua cafeteira, sem ao menos você ter acordado? Não, então pode começar a imaginar, pois a tecnologia executa exatamente isso, a comunicação entre os objetos.

Os objetos por si só, se comunicam e comandam virtualmente, ou seja, por sensores, com a ajuda da Web Semântica (Interpretação dos dados, significados) e com o uso da internet.

Os objetos se tornam independentes com a instalação destes sensores, sendo alertados quando algo não está correto, janelas se fecharão sozinhas ao sentirem que começou a chover, geladeiras exibirão as compras do mês, você configura os sensores de acordo com suas necessidades e os aparatos domésticos executam.

Os estudos apontam que essa nova tecnologia, poupará muito tempo das pessoas, auxiliando na correria do dia a dia. O que parecia ser algo de um futuro muito distante, está muito mais próximo do que poderíamos imaginar.

A internet das coisas (IOT), veio para modificar nossas vidas, só não podemos saber se estamos a caminho de uma robotização, e se isso vai ser positivo ou não. Agora basta saber, se é algo 100% positivo, ou se isso é um meio de robotizar a humanidade.




sábado, 19 de outubro de 2013

Aprenda sobre o "CC" que não é de suor

Por Gleyce Souza



Vocês com certeza já viram essa imagem dos dois “c” dentro de um círculo, certo? Certo! Mas o que seria esse símbolo tão presente nas marcas registradas? Nada mais é do que uma licença autorizada para você operacionalizar um conteúdo sem se prejudicar com a marca registrada.

Os dois “c” significam Creative Commons, que é uma organização não governamental sem fins lucrativos, que tem por objetivo expandir as obras criativas disponíveis através das licenças, que permitem a cópia e o compartilhamento de conteúdo com menos restrições do que o famoso “todos os direitos reservados”.

Para criar um padrão, licenças foram criadas pela Creative Commons a fim de ajudar os seus usuários no licenciamento e distribuição de conteúdos culturais em geral (textos, músicas, imagens, filmes e outros), de modo a facilitar seu compartilhamento e recombinação. Essas licenças permitem que os detentores de copyright (autores de conteúdos e com direitos sobre esses) possam abdicar em público alguns de seus direitos às suas criações. Os módulos podem resultar em licenças que vão desde uma autorização total sobre tal conteúdo ou as mais restritivas, que permitem apenas o compartilhamento.

As Licenças

Atribuição  CC BY
Esta licença permite que outros distribuam, remixem, adaptem e construam sobre a sua obra, mesmo comercialmente, desde que lhe deem crédito pela criação original. Esta é a licença mais aberta dentre as oferecidas. Recomendado para ampla divulgação e utilização dos materiais licenciados.

Atribuição-CompartilhaIgual 
CC BY-SA
Esta licença permite que outros remixem, façam tweak e construam sobre a sua obra, mesmo para fins comerciais, contanto que atribuam crédito a você e licenciem as novas criações sob os mesmos parâmetros. Esta licença é muitas vezes comparada ao "copyleft" – licenças de software livre e open source. Todas as novas obras com base na sua levarão a mesma licença, então quaisquer derivados também permitirão o uso comercial. Esta é a licença utilizada pela Wikipedia, e é recomendada para materiais que se beneficiariam de conteúdo da Wikipedia e de projetos igualmente licenciados.

Atribuição-SemDerivados 
CC BY-ND
Esta licença permite a redistribuição, comercial e não comercial, desde que a obra permaneça inalterada, com crédito para você.

Atribuição-NãoComercial 
CC BY-NC
Esta licença permite que outros remixem, adaptem e criem obras não comerciais e, apesar de suas obras novas deverem créditos a você e ser não comerciais, não precisam ser licenciadas nos mesmos termos.

Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 
CC BY-NC-SA
Esta licença permite que outros remixem, façam tweak e construam sobre o seu trabalho não comercialmente, contanto que atribuam crédito a você e licenciem as novas criações sob os mesmos termos.

Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 
CC BY-NC-ND
Esta licença é a mais restritiva das nossas seis licenças principais, permitindo que os outros façam o download de suas obras e compartilhem-nas desde que deem crédito a você, não as alterem ou façam uso comercial delas.

Marca de Domínio Público
Existem também as ferramentas que trabalham  com “todos os direitos concedidos”, isso quer dizer que está em domínio público. É a ferramenta CCO que permite “donos” abrir mão de todos os direitos do conteúdo e colocar em domínio público. 


Observação: Esse é o post 1 de uma série de dois posts. No post 2 tem informações sobre quem criou esse tipo de licença e exemplos de obras bem legais que o usam. Para visualizá-lo clique aqui

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Conheça a história do Youtube que nasceu em uma garagem doméstica

Por Gleyce Souza

Alguém já parou para pensar como surgiu o Youtube? Quem teve a ideia de criar um site de compartilhamento de vídeos e como chegou nesse sucesso todo? Pois bem, uma garagem pode não ser só um lugar abandonado da casa ou o estúdio de ensaio da sua banda, pode também ser um lugar para grandes invenções.

Os funcionários de uma empresa de tecnologia, chamados Chad Hurley e Steve Chen, iniciaram a criação de um programa de computador para compartilhar vídeos em meados de 2005 na cidade de San Francisco na Califórnia, nos fundos de uma garagem. Mais tarde, essa maravilhosa invenção foi comprada pelo Google por US$ 1,65 bilhão.
Chad Hurley e Steve Chen, criadores do Youtube
A ideia surgiu quando os dois empresários queriam um lugar para compartilhar seus vídeos caseiros com amigos na internet e essa ideia teve um efeito muito positivo, afinal, o que seria de nós sem o Youtube?

domingo, 13 de outubro de 2013

Liberdade Vigiada

O que é geolocalização e como ela age sobre a privacidade

Por Luana Freitas

Vivemos num mundo em que acreditamos ter a liberdade de ser quem quiser e fazer o que quiser através de um computador, o que é uma ilusão, pois na verdade é uma liberdade vigiada.


Fonte: http://www.vandal.com.br/products/liberdade-vigiada
A geolocalização - forma de rastreamento através de dispositivos digitais - é uma condição presente para os usuários da internet, mesmo que você não perceba isso.

Muito utilizada na publicidade como uma forma de rastrear e direcionar conteúdo para certo público, por exemplo: quando você pesquisa um livro num site como o Submarino, já percebeu que depois em outros sites (às vezes com conteúdo sem nenhuma relação com o livro) aparecem várias propagandas sobre o que você procurou? Não é obra do destino, caro leitor.

Há também a utilização desse tipo de recurso nos sites de relacionamento no qual é identificado nas postagens do usuário o horário e local de onde enviou a mensagem.


Essa ferramenta tem seu lado positivo e negativo. Mas um fato a ser pensado é como isso provoca a perda da privacidade e do privado, arriscando o que seria “meu” para torná-lo “nosso” ou “deles” (seja lá quem sejam “eles”).

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Tablets nas escolas: podem mudar o ensino. Será o fim dos livros e dos cadernos?

Escolas e universidades brasileiras começam a adotar tablets em salas de aula

Por Yasmin Assagra 

Professor em sala de aula, datashow com um conteúdo diretamente da internet. Nas carteiras, a praticidade é notada facilmente, os alunos não têm livros, cadernos ou canetas: apenas um tablet, no qual acessam a informação na hora e fazem suas anotações.
Cenas como essa podem parecer um privilégio de países de primeiro mundo. Porém, ela já está se tornando realidade em escolas e universidades brasileiras. Depois do lançamento dos tablets, começa a crescer o número de instituições de ensino que aderiram essa idéia como diferencial educativo.

                                                Fonte: http://www.colmagno.com.br
                                                Escolas estariam passando pela maior inovação em 200 anos

No Brasil a presença dos tablets segue uma tendência e com o apoio dos estudantes. Muitos deles, em especial os universitários, já lançam mão dos seus próprios tablets para acompanhar as aulas, mesmo que o conteúdo não esteja disponibilizado pelos professores.
A Faculdade Interativa COC, por exemplo, que gastava cerca de R$ 1,5 milhão por trimestre com o envio de apostilas para seus 26,5 mil alunos em todo o país. Neste ano, optou por uma alternativa diferente: encomendou 20 mil tablets chineses, batizados de “Tablet COC”. O investimento foi de R$ 15 milhões e a implantação será feita aos poucos, com os alunos iniciantes. 

Resta saber quanto tempo a novidade vai demorar para atingir todas as escolas. Afinal, é natural que nas escolas particulares e, mesmo entre alguns universitários, o acesso às inovações tecnológicas seja mais fácil. Porém quando todos os estudantes com menos condições financeiras tiverem acesso aos tablets é que poderemos afirmar que, de fato, uma nova revolução começou. 


Fonte: http://www.tecmundo.com.br/tablet/8918-tablets-nas-escolas-como-eles-podem-mudar-o-ensino.htm?utm_source=artigo_bottom_saibamais&utm_medium=tecmundo

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Transmídia e Hipermídia: os nomes assustam, mas os significados não!

Por Bianca Pasquim

Neste post, iremos explicar de maneira simples e resumida os conceitos de Transmídia e Hipermídia, em que podemos perceber que utilizamos esses recursos mais do que nós mesmos imaginamos...