domingo, 20 de outubro de 2013

Como surgiu a Creative Commons e exemplos de pessoas que o utilizam

No 1° post da série vimos o que são as licenças da Creative Commons e os seus tipos. Se você não viu o texto só clicar aqui.

Por Luana Freitas e Gleyce Souza

Como visto anteriormente, as licenças da “CCs” são uma alternativa para quem não acha viável ou mesmo adequado usar o “Copyright” e sua forma de “todos os direitos reservados”.

A história da Creative Commons começou em 2001, quando Lawrence Lessig criou as licenças com a intenção de estender um conjunto de bens culturais que possibilitasse a livre circulação e recriação de obras de forma legalizada. 
Essas licenças permitiram aumentar a quantidade de obras disponíveis e incentivou a criação de novas obras baseadas nas originais. Larry Lessig - como também é conhecido – na época era professor na Universidade de Stanford, hoje ele é professor de Direito da Harvard Law School e faz parte do Conselho de Diretores do Creative Commons, entre outras funções.
O Conselho também é composto por outros líderes de opinião, especialistas em educação, técnicos, juristas, investidores, empresários e filantropos.

Larry Lessig, fundador da Creative Commons
(Fonte: 
http://public-goods.com/Images/larry-lessig.jpg)
Muitas pessoas e instituições usam as licenças do CC, até pela facilitação de partilha de textos, músicas, vídeos e outros tipos de obras. Fiz uma pesquisa e selecionei dois blogues e uma cantora que utilizam as atribuições “CC BY-SA”, “CC BY-NC” e “CC BY-NC-SA” respectivamente, e vou listar aqui para vocês darem uma olhada.

O primeiro blog é o Midiatismo, é um grande site sobre comunicação digital, marketing, tecnologia, entre outros assuntos dessa natureza. Sua licença é a “CC BY-SA” que permite o compartilhamento, modificação e reprodução do conteúdo, até mesmo para fins comerciais, porém, com a devida identificação e as novas obras têm de seguir o mesmo parâmetro.

O segundo é o ALEH Blog, simples, é um blog bem pessoal com um toque leve de humor, fala sobre assuntos variados. Sua licença é a “CC BY-NC” que permite o compartilhamento, modificação e reprodução não comercial do conteúdo, tem que ter a devida identificação.

E por último a cantora australiana Yunyu, que particularmente não consegui descrever, mesmo a música sendo bacana. O vídeo abaixo é um dos clipes dela, vale a pena conhecer. Ela usa a licença “CC BY-NC-SA” que permite a criação em cima da música, remixagem e compartilhamento sem fins comerciais e com a devida identificação, também exige que as novas obras sigam os mesmos termos.


Como encontrar algo que está em poder do Creative Commons?
Esses conteúdos foram encontrados através desse link que é do próprio site da Creative Commons:
Selecione a sua opção “para fins comerciais” ou “modificar, adaptar, ou usar noutras obras”. Digite o que você busca e o site lhe dará inúmeras opções, porém nem todos são autorizados com a CC, então é bom verificar antes de qualquer modificação.


Os objetos se comunicam entre si, até parece um filme de ficção científica

Por Bianca Pasquim 




Você já imaginou seu despertador enviando uma mensagem para sua cafeteira, sem ao menos você ter acordado? Não, então pode começar a imaginar, pois a tecnologia executa exatamente isso, a comunicação entre os objetos.

Os objetos por si só, se comunicam e comandam virtualmente, ou seja, por sensores, com a ajuda da Web Semântica (Interpretação dos dados, significados) e com o uso da internet.

Os objetos se tornam independentes com a instalação destes sensores, sendo alertados quando algo não está correto, janelas se fecharão sozinhas ao sentirem que começou a chover, geladeiras exibirão as compras do mês, você configura os sensores de acordo com suas necessidades e os aparatos domésticos executam.

Os estudos apontam que essa nova tecnologia, poupará muito tempo das pessoas, auxiliando na correria do dia a dia. O que parecia ser algo de um futuro muito distante, está muito mais próximo do que poderíamos imaginar.

A internet das coisas (IOT), veio para modificar nossas vidas, só não podemos saber se estamos a caminho de uma robotização, e se isso vai ser positivo ou não. Agora basta saber, se é algo 100% positivo, ou se isso é um meio de robotizar a humanidade.




sábado, 19 de outubro de 2013

Aprenda sobre o "CC" que não é de suor

Por Gleyce Souza



Vocês com certeza já viram essa imagem dos dois “c” dentro de um círculo, certo? Certo! Mas o que seria esse símbolo tão presente nas marcas registradas? Nada mais é do que uma licença autorizada para você operacionalizar um conteúdo sem se prejudicar com a marca registrada.

Os dois “c” significam Creative Commons, que é uma organização não governamental sem fins lucrativos, que tem por objetivo expandir as obras criativas disponíveis através das licenças, que permitem a cópia e o compartilhamento de conteúdo com menos restrições do que o famoso “todos os direitos reservados”.

Para criar um padrão, licenças foram criadas pela Creative Commons a fim de ajudar os seus usuários no licenciamento e distribuição de conteúdos culturais em geral (textos, músicas, imagens, filmes e outros), de modo a facilitar seu compartilhamento e recombinação. Essas licenças permitem que os detentores de copyright (autores de conteúdos e com direitos sobre esses) possam abdicar em público alguns de seus direitos às suas criações. Os módulos podem resultar em licenças que vão desde uma autorização total sobre tal conteúdo ou as mais restritivas, que permitem apenas o compartilhamento.

As Licenças

Atribuição  CC BY
Esta licença permite que outros distribuam, remixem, adaptem e construam sobre a sua obra, mesmo comercialmente, desde que lhe deem crédito pela criação original. Esta é a licença mais aberta dentre as oferecidas. Recomendado para ampla divulgação e utilização dos materiais licenciados.

Atribuição-CompartilhaIgual 
CC BY-SA
Esta licença permite que outros remixem, façam tweak e construam sobre a sua obra, mesmo para fins comerciais, contanto que atribuam crédito a você e licenciem as novas criações sob os mesmos parâmetros. Esta licença é muitas vezes comparada ao "copyleft" – licenças de software livre e open source. Todas as novas obras com base na sua levarão a mesma licença, então quaisquer derivados também permitirão o uso comercial. Esta é a licença utilizada pela Wikipedia, e é recomendada para materiais que se beneficiariam de conteúdo da Wikipedia e de projetos igualmente licenciados.

Atribuição-SemDerivados 
CC BY-ND
Esta licença permite a redistribuição, comercial e não comercial, desde que a obra permaneça inalterada, com crédito para você.

Atribuição-NãoComercial 
CC BY-NC
Esta licença permite que outros remixem, adaptem e criem obras não comerciais e, apesar de suas obras novas deverem créditos a você e ser não comerciais, não precisam ser licenciadas nos mesmos termos.

Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 
CC BY-NC-SA
Esta licença permite que outros remixem, façam tweak e construam sobre o seu trabalho não comercialmente, contanto que atribuam crédito a você e licenciem as novas criações sob os mesmos termos.

Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 
CC BY-NC-ND
Esta licença é a mais restritiva das nossas seis licenças principais, permitindo que os outros façam o download de suas obras e compartilhem-nas desde que deem crédito a você, não as alterem ou façam uso comercial delas.

Marca de Domínio Público
Existem também as ferramentas que trabalham  com “todos os direitos concedidos”, isso quer dizer que está em domínio público. É a ferramenta CCO que permite “donos” abrir mão de todos os direitos do conteúdo e colocar em domínio público. 


Observação: Esse é o post 1 de uma série de dois posts. No post 2 tem informações sobre quem criou esse tipo de licença e exemplos de obras bem legais que o usam. Para visualizá-lo clique aqui

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Conheça a história do Youtube que nasceu em uma garagem doméstica

Por Gleyce Souza

Alguém já parou para pensar como surgiu o Youtube? Quem teve a ideia de criar um site de compartilhamento de vídeos e como chegou nesse sucesso todo? Pois bem, uma garagem pode não ser só um lugar abandonado da casa ou o estúdio de ensaio da sua banda, pode também ser um lugar para grandes invenções.

Os funcionários de uma empresa de tecnologia, chamados Chad Hurley e Steve Chen, iniciaram a criação de um programa de computador para compartilhar vídeos em meados de 2005 na cidade de San Francisco na Califórnia, nos fundos de uma garagem. Mais tarde, essa maravilhosa invenção foi comprada pelo Google por US$ 1,65 bilhão.
Chad Hurley e Steve Chen, criadores do Youtube
A ideia surgiu quando os dois empresários queriam um lugar para compartilhar seus vídeos caseiros com amigos na internet e essa ideia teve um efeito muito positivo, afinal, o que seria de nós sem o Youtube?

domingo, 13 de outubro de 2013

Liberdade Vigiada

O que é geolocalização e como ela age sobre a privacidade

Por Luana Freitas

Vivemos num mundo em que acreditamos ter a liberdade de ser quem quiser e fazer o que quiser através de um computador, o que é uma ilusão, pois na verdade é uma liberdade vigiada.


Fonte: http://www.vandal.com.br/products/liberdade-vigiada
A geolocalização - forma de rastreamento através de dispositivos digitais - é uma condição presente para os usuários da internet, mesmo que você não perceba isso.

Muito utilizada na publicidade como uma forma de rastrear e direcionar conteúdo para certo público, por exemplo: quando você pesquisa um livro num site como o Submarino, já percebeu que depois em outros sites (às vezes com conteúdo sem nenhuma relação com o livro) aparecem várias propagandas sobre o que você procurou? Não é obra do destino, caro leitor.

Há também a utilização desse tipo de recurso nos sites de relacionamento no qual é identificado nas postagens do usuário o horário e local de onde enviou a mensagem.


Essa ferramenta tem seu lado positivo e negativo. Mas um fato a ser pensado é como isso provoca a perda da privacidade e do privado, arriscando o que seria “meu” para torná-lo “nosso” ou “deles” (seja lá quem sejam “eles”).

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Tablets nas escolas: podem mudar o ensino. Será o fim dos livros e dos cadernos?

Escolas e universidades brasileiras começam a adotar tablets em salas de aula

Por Yasmin Assagra 

Professor em sala de aula, datashow com um conteúdo diretamente da internet. Nas carteiras, a praticidade é notada facilmente, os alunos não têm livros, cadernos ou canetas: apenas um tablet, no qual acessam a informação na hora e fazem suas anotações.
Cenas como essa podem parecer um privilégio de países de primeiro mundo. Porém, ela já está se tornando realidade em escolas e universidades brasileiras. Depois do lançamento dos tablets, começa a crescer o número de instituições de ensino que aderiram essa idéia como diferencial educativo.

                                                Fonte: http://www.colmagno.com.br
                                                Escolas estariam passando pela maior inovação em 200 anos

No Brasil a presença dos tablets segue uma tendência e com o apoio dos estudantes. Muitos deles, em especial os universitários, já lançam mão dos seus próprios tablets para acompanhar as aulas, mesmo que o conteúdo não esteja disponibilizado pelos professores.
A Faculdade Interativa COC, por exemplo, que gastava cerca de R$ 1,5 milhão por trimestre com o envio de apostilas para seus 26,5 mil alunos em todo o país. Neste ano, optou por uma alternativa diferente: encomendou 20 mil tablets chineses, batizados de “Tablet COC”. O investimento foi de R$ 15 milhões e a implantação será feita aos poucos, com os alunos iniciantes. 

Resta saber quanto tempo a novidade vai demorar para atingir todas as escolas. Afinal, é natural que nas escolas particulares e, mesmo entre alguns universitários, o acesso às inovações tecnológicas seja mais fácil. Porém quando todos os estudantes com menos condições financeiras tiverem acesso aos tablets é que poderemos afirmar que, de fato, uma nova revolução começou. 


Fonte: http://www.tecmundo.com.br/tablet/8918-tablets-nas-escolas-como-eles-podem-mudar-o-ensino.htm?utm_source=artigo_bottom_saibamais&utm_medium=tecmundo

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Transmídia e Hipermídia: os nomes assustam, mas os significados não!

Por Bianca Pasquim

Neste post, iremos explicar de maneira simples e resumida os conceitos de Transmídia e Hipermídia, em que podemos perceber que utilizamos esses recursos mais do que nós mesmos imaginamos...




domingo, 29 de setembro de 2013

"Geração das redes sociais" parou o Brasil e promete mais para fazer o País andar

Por Yasmin Assagra


                                       Fonte: http://www.leiaja.com/ Facebook
                             Populares de vários locais do Brasil criaram páginas online

Todos nós ficamos ligados nas manifestações que ocorreram em nosso país no começo do mês de junho desse ano. Com protestos em 12 capitais, como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília e Curitiba, mais de 215 mil pessoas nas ruas, o país parou por mais de 6 horas e se surpreendeu com a organização dos atos, que teve sua organização facilitada pelas mídias sociais, para protestar contra problemas sociais e políticos.

                                       Fonte: http://www.dp6.com.br
                             Foto tirada em um dos protestos do Rio de Janeiro

Mas existe outro elemento responsável pelo crescimento e organização dos protestos. Dois pontos são as mídias sociais, que possuem um papel igual para todos, além da liberdade para se expressar, igualdade de recursos e possibilidades para todos, conectam as pessoas de forma inédita na história da comunicação e no mundo, onde não existe fronteiras de tempo ou espaço. Exemplo disso é a nova mídia social protestosbr criada especialmente para os atos onde as pessoas podiam indicar pontos de abrigos, auxílio, policiamento hostil e até mesmo pontos de wi-fi.

                                       Fonte: http://www.oconhecimento.com.br/
                                       As hashtags mal chegaram no Facebook e já saíram para as ruas.

Redes sociais como Facebook, Twitter e Orkut foram ferramentas importantes para reunião dos manifestantes e divulgação das manifestações. Cerca de 300 eventos contra a corrupção foram criados no Facebook e alguns deles com milhares de presenças confirmadas. As manifestações também foram divulgadas na rede de microblogs com as hashtags: #ogiganteacordou, #LutopeloBrasil e #VerásQueOFilhoTeuNãoFogeALuta que permaneceu por muitas horas como o tópico mais comentado no Twitter em todo mundo. 
O que se viu nesse fato foi a vontade dos brasileiros por mudança e a conectividade das mídias sociais e dos smartphones que se uniram para possibilitar um dos mais memoráveis fatos da história de nosso país. Um dia em que o povo, adormecido, parece ter acordado e tomado ciência de sua força e seus direitos.


Tags: #Manifestações #MidiasSociais #OGiganteAcordou


Fontes:

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Dança e Tecnologia, os tempos mudaram.


 Por Mabi Braga 



"... o que se tem hoje são as novas tecnologias, as tecnologias digitais, que permitem outras construções de percepção, diferentes explorações para o movimento e novas organizações para o corpo no espaço tempo." (SPANGHERO, 2003)


Estudos revelam que a dança e a tecnologia são artes usadas muito antes do que se imagina.
Todos nós sabemos que o corpo tem o grande poder de falar coisas que da boca não saem. Sabemos que as danças expressam as emoções das quais passamos no dia-a-dia, o corpo vira “escravo” dos movimentos e batidas que a música provoca além da iluminação e figurinos que fazem com que os seus efeitos se tornem mais impactantes.
Temos como inovações recentes as máquinas de danças que é encontradas nos fliperamas, os tapetes de danças para os videogames e de uns anos para cá o vídeo dance encontrado nos vídeos clipes que as grandes divas internacionais como Beyoncé, Britney Spears e algumas nacionais Wanessa e Anitta usam e abusam.
Uma das mais novas tecnologia que está sendo usada é a das luzes de led, a famosa roupa de led o Rei do Pop Michael Jackson já usava para impressionar os fãs em seus shows, hoje em dia quem usa dessa tecnologia são os japoneses Wrecking Crew Orchestra com uma performace  incrível que não dá nem para piscar e faz até lembrar do filme Tron, que abusou das luzes led. 




Texto baseado em: http://www.wikidanca.net/wiki/index.php/Dan%C3%A7a_e_Tecnologia


domingo, 22 de setembro de 2013

Vamos interagir com a TV?

Por Thamires Tersarotto

Já imaginou você interagindo com o seu programa de televisão preferido?

O que parecia apenas uma imaginação, hoje graças aos dispositivos de segunda tela já é possível.

A Segunda Tela (ou Second Screen) é um complemento em tempo real à televisão (a primeira tela). Ao utilizá-la, seja em computadores, smartphones ou tablets, o “teleinternauta” recebe informações extras e pontos importantes sobre o assunto que está sendo tratado no programa que está no ar no momento, dá aos espectadores a opção de interagir com os programas assistidos.

Os usuários buscam mais informações sobre o que assistem e assuntos relacionados, compartilhando-os com os amigos. Daí começou a surgir novos aplicativos chamados de "Sync-to-TV" apps. A sincronização para TV refere-se a um aplicativo desenvolvido para a segunda tela (neste caso um tablet ou iPad 2) que reconhece um programa transmitido através de um aparelho de TV e lança módulos interativos na segunda tela correspondente com a programação.
Os consumidores relatam que a experiência de sincronização para TV torna-os mais propensos a prestar maior atenção ao programa, aumentando assim o seu envolvimento com o conteúdo ou com a publicidade, o que os mantêm sintonizados por mais tempo no mesmo canal.

A ideia de sincronismo entre a programação e a segunda tela faz toda a diferença para o telespectador, pois o mesmo não precisa ir a um determinado site ou buscar por conteúdo extra. Esse conteúdo praticamente "cai no seu colo", transformando a experiência de ver televisão em uma atividade ainda mais envolvente.

Um bom exemplo que podemos citar é o do canal Fox, que lançou um aplicativo que sincroniza TV e tablets (no caso, o iPad2). O aplicativo foi desenvolvido para ser utilizado enquanto se assiste à série Bones. A ideia é que o conteúdo do iPad seja sincronizado com o que é exibido na TV em "tempo real", e exiba informações adicionais, que complementem o seriado. Durante o programa, é possível ainda conversar com outras pessoas que estão assistindo ao seriado, checar a biografia dos personagens e ler pistas que ajudam a desvendar os casos da série.


Outra idéia que podemos falar foi o que a MTV fez, mas é um pouco diferente. Eles criaram o aplicativo para smartphones e tablets “WatchWith”, pelo qual as pessoas podem assistir mais de um programa da MTV, twittar e atualizar seu status no Facebook, sem ter que fechar ou mudar de tela. Há também um filtro para mostrar os comentários mais populares sobre determinado programa, o que estimula o diálogo e a participação dos telespectadores sobre a programação.


Dessa forma podemos pensar na "segunda tela" como um dispositivo muito mais capaz de encontrar e gerenciar mídias de conteúdo do que é a TV, devido a alguns fatores como ser portátil, customizável, e o mais importante de todos, fácil de usar. 

sábado, 21 de setembro de 2013

Venha desvendar mais mistérios - Vídeo de apresentação

Confira o vídeo de apresentação do Elementar, meu caro Watson:


segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Facebook é coisa do passado, agora a moda é Pinterest!!!

Por Thamires Tersarotto

Estão dizendo por aí que o Facebook já caiu de moda, que a nova sensação é o Pinterest!
Mas afinal de contas, o que é o Pinterest?

http://blogs-images.forbes.com/erikkain/files/2012/02/Pinterest.jpg
Criado em 2009, o Pinterest é uma rede extremamente visual, que agrada os olhos daqueles que utilizam imagens como fonte de inspiração ou até mesmo trabalho. Chegou ao Brasil após ter atingido a marca de 7 milhões de usuários pelo mundo inteiro.
O site é uma modernidade daquela mania de recortar imagens interessantes e pendurar no mural do quarto. Ou seja, é um grande mural de imagens. Lá o internauta compartilha imagens e vídeos que julgue interessante. Você pode até achar esse conceito ultrapassado e já utilizado pelo Tumblr, por exemplo, só que a grande diferença da rede social é a possibilidade de dividir sua imagem em boards, ou seja, em murais. Lá pode seguir pessoas e acompanhar as suas publicações.
Aqui no Brasil a nova rede social ainda está começando a “engatinhar”, em media de 27,8% de participação, valor que representa uma média de 361 mil usuários. Mas atualmente, segundo números divulgados pelo site Business Insider, o serviço tem uma base de usuários ativos de 48 milhões de membros em todo o mundo! Entre os principais utilizadores do Pinterest estão internautas ligados à moda, culinária e viagens, além dos que usam a página como uma espécie de portfólio virtual.
Por enquanto, o site não é aberto. Ao acessá-lo, clique em “Request an invite” para receber um convite. Para usuários do iPhone e iPad, o Pinterest está disponível, gratuitamente, na Apple Store

Curiosidades
• O Pinterest gera mais tráfego para outros sites do que o YouTube, Google+ e Linkedin (juntos!);
• O site teve um aumento de 2702% em usuários únicos desde maio do ano passado;
• Entre julho e dezembro de 2011, o site teve um aumento de 289% no direcionamento de usuários para sites de varejistas do segmento de moda;
• Em 16 de agosto de 2011, a revista Time classificou o Pinterest como um dos "50 melhores sites de 2011";
• Outros sites podem usar a tag HTML "nopin" para impedir que suas imagens sejam compartilhadas diretamente para o Pinterest. O Flickr, por exemplo, já oferece essa opção;
•As categorias mais populares no Pinterest são: Home (17,2%), Arts and Crafts (12.4%), Style/Fashion (11.7%), Food (10.5%) e Inspiration/Education (9.0%).


Prontinho, agora crie a sua conta, e divirta-se!

sábado, 14 de setembro de 2013

Deixando tudo mais prático com os atalhos e sem sair do lugar.

Por Mabi Braga

Fonte: http://www.technologyempires.com/wp-content/uploads/2013/04/Gadgets.jpg


Já parou para pensar o porquê e para que servem os gadgets e widgets. Vendo assim até parece ser coisa de outro mundo, e na verdade veio para facilitar a nossa vida.  
São ferramentas que simplificam nossa vida enquanto se navega pela net, usa o seu tablet ou usa o seu smart phone.
Então o que significam:
- Gadgets: denominar-se como “bugigangas” tecnológicas, um bom exemplo antigo, mas que todos conhecem o bichinho virtual temos também os videogames de mão, entre outros.
- Widgets: em um celular são os blocos de notas, a calculadora, entre outros.

De uma forma mais clara e objetiva, são consideramos mini-softwares que trazem total comodidade para quem os usa. Da mesma forma acontece com os aplicativos interativos que além de serem viciantes fazem com que você não se desligue do mundo tecnológico. 

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

A mídia e as crenças da sexta-feira 13. Azar ou sorte?

Por Bianca Pasquim


Desde que nascemos escutamos o termo “sexta-feira 13 é dia de azar” ou “na sexta-feira 13 não pode ver gato preto, nem passar em baixo de escada”, crenças e mitos cercam esse dia, independente de qual mês ou ano cair, o dia TREZE na sexta-feira é sinônimo de azar.

A indústria cinematográfica soube aproveitar muito bem essa data lançando vários filmes, dentre eles o filme Sexta-Feira 13, tendo 11 filmes entre os anos de 1980 a 2003, sendo o último filme, a briga épica entre os vilões Freddy Krueger e Jason Voorhees.

Esse ano como de costume, será lançado em plena sexta 13 o filme Invocação do Mal (2013), mais um truque da mídia para chamar a atenção de seus telespectadores ao dia “macabro”. Há quem acredite realmente nessas crenças, algumas pessoas nem de casa saem, assistir os filmes nem passa pela cabeça de alguns, mas a mídia sabe e muito bem como aproveitar dessa data.

E você acredita em má sorte?
Cuidado hoje, pois o Jason está à solta e louco para caçar.
Uma má Sexta 13 para todos!

Nova tecnologia no mercado: uma bateria que recarrega em 10 segundos!

Por Gleyce Souza

Vocês sabiam que já existe uma bateria de aparelhos eletrônicos que recarrega em apenas 10 segundos? É isso mesmo que você leu!

Um grupo de cientistas norte americanos do Massachusetts Institute of Tecnology desenvolveu essa tecnologia que recebe carga 100 vezes mais rápido do que uma bateria comum, e pode ser utilizada em celulares, iphones, notebooks, netbooks e câmeras digitais e está sendo projetada para carros, aonde substituiria o uso de combustíveis. Mas será que funciona mesmo?

Ao que tudo indica, o modelo de bateria de lithium-fer-fosfato (LiFePO4) será menor e mais leve que os modelos atuais. Atualmente, as baterias de LiFePO4 permitem armazenar grandes quantidades de energia, mas os processos de carga e descarga demoram várias horas, nesse caso o processo seria ao contrário, agora vamos esperar e torcer para que tudo dê certo, afinal, ninguém merece ficar esperando horas para uma recarga de bateria.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

3Doodler: Caneta 'imprime' plástico em 3D

Por Yasmin Assagra

Você já imaginou construir uma imitação tridimensional de um monumento favorito, usando apenas uma caneta? Então, com a 3Doodler isso é possível! Um produto que "imprime" plástico e permite que o usuário "desenhe" praticamente qualquer objeto em três dimensões, e em tempo real, desde uma borboleta a Big Ben.
O funcionamento da 3Doodler é muito simples! O equipamento é muito parecido com uma pistola de cola. Basta encaixar um filete de plástico, pressionar o gatilho e pronto: a ponta da caneta irá esquentar, derreter o material e possibilitar desenhos tanto na horizontal como também na vertical e conforme o manuseamento da caneta, o plástico vai tomando a forma que você quiser.

Segundo o site da WobbleWorks,a empresa que vende o produto internacionalmente, divulgou que a previsão de lançamento é fevereiro de 2014. "Mas nós estamos tentando adiantar isso o máximo possível", relata Bogue, co-criador da 3Doodler.

                                                                                  Fonte:http://www.wired.com/design/2013/02/3doodler/
                                                       O 3Doodler é um cruzamento entre pistola de cola quente, 
                                                       e marcador de quadro.


                                                                                   Fonte:http://www.wired.com/design/2013/02/3doodler/
                                                       3Doodler faz 3-D de impressão barato e acessível.


Vídeo de 3Doodler promete "Se você pode rabiscar, traçar, ou levantar o dedo no ar, você pode usar um 3Doodler". O dispositivo funciona um pouco como uma varinha mágica. As formas podem ser tiradas no ar, porque o plástico esfria rapidamente, tornando forma diante de seus olhos.

http://www.record.xl.pt/multimedia/videos/interior.aspx?content_id=805875



Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2013/09/caneta-imprime-plastico-em-3d-e-permite-desenhar-desde-flor-big-ben.html



domingo, 8 de setembro de 2013

TV ontem, hoje e amanhã!

Por Gleyce Souza

Vocês já imaginaram como era no tempo dos nossos avós quando não existia a televisão? Hoje, a cada segundo que passa, uma nova tecnologia é lançada no mercado e agora chegou a vez da TV Interativa e da TV Conectada! Sabe qual a diferença entre elas?

A TV conectada é a mais nova atração das lojas de eletrônicos. Dois tipos disputam o mercado: as TVs equipadas com navegador, que permitem acessar qualquer site - como no computador - e as TVs sem navegador, que foram as primeiras que chegaram no mercado. A TV conectada fornece acesso a todo o conteúdo da internet. Você tem que escolher um modo de conexão que melhor corresponda à rede doméstica, seja rede WI-FI ou conexão por cabo. Para tirar o máximo de proveito do seu conteúdo, também é possível conectar a TV a outros dispositivos, como um computador ou um tablet. 

Já a televisão digital interativa, diferentemente da tradicional televisão analógica, herda o conceito de comunicação bidirecional, criando a possibilidade de uma interação do usuário com a informação que está sendo exibida, permitindo-o ter melhor escolha e controle da experiência de assistir televisão. Essa televisão é considerada uma revolução, e não apenas uma revolução tecnológica, mas uma revolução social, já que nós poderemos comandar o que queremos e quando queremos assistir. Desta maneira, para se possuir uma televisão digital interativa, é necessário o armazenamento local das informações, ou a existência de um canal de interatividade.
Assista ao vídeo a seguir onde as funções de interação são satirizadas no melhor estilo "Fábio Porchat"

Vamos aproveitar essas novas possibilidades tecnológicas que o século XXI está nos proporcionando.

http://pt.kioskea.net/faq/14950-a-tv-conectada-a-primeira-utilizacao-passo-a-passo